as almas mesmo não se conhecendo, reconhecem-se. Quando miúda, visitávamos em férias e épocas festivas, a aldeia dos meus avós maternos e onde a minha mãe viveu até aos 13 anos. À noite (com estrelas que me tiravam o ar), já deitada, ouvia as vozes dos rapazes, nas ruas silenciosas e sem iluminação, cantarem as músicas populares da região. Que melhor música de embalar se pode querer...? É esta memória que me chega com estes mistérios.