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terça-feira, 28 de julho de 2020

...no olviden su fragilidad...

Mañana ya, la sangre no estara
Al caer la lluvia se la llevara
Acero y piel, combinacion tan cruel
Pero algo en nuestras mentes quedara.
Un acto asi terminara
Con una vida, y nada mas
Nada se logra con violencia
Ni se lograra.
Aquellos que han nacido
En un mundo asi
No olviden su fragilidad.
Lloras tu y lloro yo,
Y el cielo tambien.
Lloras tu y lloro yo, que fragilidad.


terça-feira, 14 de julho de 2020

interferências

foi J.B. que me deu a conhecer Gustavo Dudamel e a sua importancia no projeto Fundação do Estado para o Sistema Nacional das Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela, que ficou conhecido internacionalmente por "El Sistema".
já lá vão 10 ou 11 anos.
fiquei deslumbrada com a beleza do projeto!




mas como todas as histórias encantadas (e então se meter o Nicolas Maduro) a bruxa deu cabo daquilo que a música mais promove: a UNIVERSALIDADE.
tudo isto vem a propósito desta coisa linda

segunda-feira, 13 de julho de 2020

desafinações

a forma como se tratam os corpos femininos e masculinos no cinema é para lá de constrangedor.
vem esta afirmação a propósito do filme Tully, passado na RTP 1.
quando os atores se transformam para entrarem nas personagens, têm Óscares.
quando as atrizes se transformam para entrarem nas personagens são agraciadas por estes mostrengos.
é doloroso pensar que se continua a olhar,em pleno século XXI, as atrizes como sensacionais enquanto são sexys e embaraçosas, para essas mentes raquiticas, quando não o são.
claro que é incómodo ver alguém tão sem auto-estima, mas não é essa a realidade para tantas mulheres?
realmente mudam-se os tempos (as moscas) mas a merd...... é sempre a mesma! PQP

atomic blonde
Tully

o touro enraivecido








o touro enraivecido

sexta-feira, 5 de julho de 2019

o eterno conflito de gerações

Tendo em conta o que diz a Isaltina Martins (leitura um pouco irritante porque o texto está TODO sublinhado), preciso de dizer:
Será que as novas politicas de educação e métodos educativos não partem da premissa que os pais são mais educados, mais preocupados e acompanhantes dos seus filhos? Que educar os filhos de hoje implica os pais estarem mais actualizados em relação ao seu mundo? Que os pais têm que fazer parte deste agitadíssimo Séc. XXI? Ler mais com eles, passear mais com eles, permitirem que participem nas conversas dos adultos, não os infantilizar? Ir às reuniões da escola e dizer aos professores que DEVEM actuar sempre que seja necessário e não remeterem os castigos ou meras chamadas de atenção para a família (actuação que será descontextualizada e meramente punitiva)? Levá-los ao cinema (quantos anos de desenhos animados...), ao teatro, aos concertos de todos os géneros, ao bailado? Ver telejornais e comentar as noticias importantes? Ler, dias a fio, as mesmas histórias antes de dormir?
Pode argumentar-se que a maioria das famílias não tem os recursos económicos... Quantos espectáculos gratuitos acontecem por todo o lado (principalmente em anos de eleições autárquicas...)?
 Quantos programas fabulosos dão na televisão?
Acho que tudo isto é EDUCAÇÃO...
Quantos desfiles em centros comerciais, gastando as horas de lazer?
Claro que os futuros adultos (ou jovens adultos) aprendem com tudo isto e gostam de aprender de todas as formas que têm à sua disposição. Só acompanhado-os e discutindo com eles, se lhes cria o sentido critico e analítico para saberem distinguir o bom do mau, o que lhes é útil ou supérfluo.
Como nós, os futuros adultos cometem erros, porque o erro faz parte deste processo revolucionário em curso (prec), que é a vida.