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terça-feira, 28 de julho de 2020

...no olviden su fragilidad...

Mañana ya, la sangre no estara
Al caer la lluvia se la llevara
Acero y piel, combinacion tan cruel
Pero algo en nuestras mentes quedara.
Un acto asi terminara
Con una vida, y nada mas
Nada se logra con violencia
Ni se lograra.
Aquellos que han nacido
En un mundo asi
No olviden su fragilidad.
Lloras tu y lloro yo,
Y el cielo tambien.
Lloras tu y lloro yo, que fragilidad.


terça-feira, 14 de julho de 2020

interferências

foi J.B. que me deu a conhecer Gustavo Dudamel e a sua importancia no projeto Fundação do Estado para o Sistema Nacional das Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela, que ficou conhecido internacionalmente por "El Sistema".
já lá vão 10 ou 11 anos.
fiquei deslumbrada com a beleza do projeto!




mas como todas as histórias encantadas (e então se meter o Nicolas Maduro) a bruxa deu cabo daquilo que a música mais promove: a UNIVERSALIDADE.
tudo isto vem a propósito desta coisa linda

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

jornais de não-referência

Graças ao Blog, consegue-se perceber o que se passou em Bragança. A noticia com pés e cabeça é da responsabilidade do grupo Les médias de Saint-Paul Luxembourg, que possui a página Contacto.
Podem comparar com os nossos jornais de não-referência:
público
expresso





domingo, 5 de janeiro de 2020

erros de ortografia

2020 ano de guerras

Os senhores da guerra têm-nos tão adormecidos (ou será em coma...?) com todos os gadgets, que fazem o que querem e ainda lhes sobra tempo.

cadê a Humanidade?



It's been a long time coming, coming
Seeming like we all been running, running
Feeling like the wild west, gunning, gunning
Listen to our elders shunning, shunning
Flipping on the news, be talking, talking
All about the problems, shocking, shocking
We put on our headphones walking, walking
We put on our headphones
Where did we all go wrong?
Love, love, love, love

Where did we all, where did we all go wrong?
All we see is faces, color, color
All the other races, other, other
Why can't you just be my brother, brother?
We don't have to kill one another, kill one another
All around the world, we are one, we are one
All around the world, we are one
So where did we all go wrong?
Love, love, love, love

Where did we all, where did we all go wrong?
Love, love, love, love (as darkness will throw the dawn)
Lo-lo-lo-love, love, love (love is our only hope)

Where did we all, where did we all go wrong?
'Cause we got the same blood, blood
We got the same blood, blood
But will it be enough, 'nuff?
Will it be enough?
We got the same heartbeat
We're living for the same dreams
We got the same bloodstream
Where did we all go wrong? (Oh, woo)
Where did we all, where did we all go wrong?
Love, love, love, love (as darkness will throw the dawn)
Lo-lo-lo-love, love, love (love is our only hope)

Where did we all, where did we all go wrong?

Where did we all, where did we all? (Oh)

sábado, 9 de novembro de 2019

distopia


"Era assim que vivíamos na altura? Mas vivíamos como era costume. Toda a gente vive, a maior parte do tempo. Seja o que for que aconteça, é como de costume. Tudo é como de costume, agora. 
Vivíamos, como de costume ignorando. Ignorar não é o mesmo que ignorância, exige esforço da nossa parte. 
Nada muda de um momento para o outro; numa banheira cuja água aquecesse gradualmente morreríamos cozidos sem dar por isso. Havia histórias nos jornais, claro, cadáveres em valas ou nas matas, mortas à cacetada ou mutiladas, vitimas de violência, como se costumava dizer, mas eram histórias acerca de outras mulheres, e os homens que faziam coisas dessas eram outros homens. Nenhum deles era dos homens que conhecíamos. As historias dos jornais eram como sonhos para nós, sonhos maus sonhados por outras pessoas. Que horror, dizíamos nós, e eram, mas eram horríveis sem serem credíveis. Eram muito melodramáticos, tinham uma dimensão que não era a dimensão das nossas vidas. 
Nós éramos as pessoas que não apareciam nos jornais. Vivíamos nos espaços em branco nas margens das paginas impressas. Dava-nos mais liberdade. 
Vivíamos nos espaços entre as histórias."

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

é de dar com a cabeça nas paredes


a imagem identifica a peça de teatro.
os semblantes carregados e pouco à vontade identificam a intensidade do que foi vivido no palco.




este foi o que eu vi.
foi de dar com a cabeça nas paredes.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

A Suíça e a ordem divina

só em 1981 a Constituição Suíça reconheceu a igualdade entre homens e mulheres.




só em 1990 o ultimo cantão Suíço permitiu o voto das mulheres.