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quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

where is the love?

 What's wrong with the world, mama

People livin' like they ain't got no mamas

I think the whole world's addicted to the drama

Only attracted to things that'll bring you trauma

Overseas, yeah, we try to stop terrorism

But we still got terrorists here livin'

In the USA, the big CIA

The Bloods and The Crips and the KKK

But if you only have love for your own race

Then you only leave space to discriminate

And to discriminate only generates hate

And when you hate then you're bound to get irate, yeah

Madness is what you demonstrate

And that's exactly how anger works and operates

Man, you gotta have love just to set it straight

Take control of your mind and meditate

Let your soul gravitate to the love, y'all, y'all

People killin', people dyin'

Children hurt and you hear them cryin'

Can you practice what you preach?

Or would you turn the other cheek?

Father, Father, Father help us

Send some guidance from above

'Cause people got me, got me questionin'

Where is the love (Love)

It just ain't the same, all ways are changed

New days are strange, is the world insane?

If love and peace is so strong

Why are there pieces of love that don't belong

Nations droppin' bombs

Chemical gasses fillin' lungs of little ones

With the ongoin' sufferin' as the youth die young

So ask yourself is the lovin' really gone

So I can ask myself really what is goin' wrong

In this world that we livin' in people keep on givin' in

Makin' wrong decisions, only visions of them dividends

Not respectin' each other, deny thy brother

A war is goin' on but the reason's undercover

The truth is kept secret, it's swept under the rug

If you never know truth then you never know love

Where's the love, y'all, come on (I don't know)

Where's the truth, y'all, come on (I don't know)

Where's the love, y'all(come on yeah)

People killin', people dyin'

Children hurt and you hear them cryin'

Can you practice what you preach

Or would you turn the other cheek

Father, Father, Father help us

Send us some guidance from above

'Cause people got me, got me questionin'

Where is the love (Love)

I feel the weight of the world on my shoulder

As I'm gettin' older, y'all, people gets colder

Most of us only care about money makin'

Selfishness got us followin' the wrong direction

Wrong information always shown by the media

Negative images, is the main criteria

Infecting the young minds faster than bacteria

Kids wanna act like what they see in the cinemas

Yo', whatever happened to the values of humanity

Whatever happened to the fairness and equality

Instead in spreading love we're spreading animosity

Lack of understanding, leading us away from unity

That's the reason why sometimes I'm feelin' under

That's the reason why sometimes I'm feelin' down

There's no wonder why sometimes I'm feelin' under

Gotta keep my faith alive till love is found (now ask yourself)

Where is the love

Send some guidance from above

'Cause people got me, got me questionin'

Where is the love

Sing with my ya'll

(One world, one world)

We only got

(One world, one world)

That's all we got

(One world, one world)

And somethin's wrong wit it

(Yeah)

Somethin's wrong wit it

(Yeah)

Somethin's wrong with the w-w-world yeah

We only got

(One world, one world)

That's all we got

(One world, one world)


quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

...and when you lie, think of me


"The answer in Burn Up, as we hear it from the lips of the Pearlman figure, is that the rich elite that created by the oil age secretly know it is all true, but they are worried by the rise of the global population. They are waging a willful campaign to thin it: a game of last man standing."
_______________________________________________

série de 2008, com argumento de Simon Beaufoy, o mesmo de Slumdog Millionaire.
os meandros das negociações politicas fascinam-me.
esta gente é filha de quem e pais de quem?
que monstros criou o capitalismo?


Dites-moi d'où il vient

Enfin je saurais où je vais

Maman dit que lorsqu'on cherche bien

On finit toujours par trouver

Elle dit qu'il n'est jamais très loin

Qu'il part très souvent travailler

Maman dit "travailler c'est bien"

Bien mieux qu'être mal accompagné, pas vrai?

 

Où est ton papa?

Dis-moi où est ton papa

Sans même devoir lui parler

Il sait ce qui ne va pas

Ah sacré papa

Dis-moi où es-tu caché?

Ça doit faire au moins mille fois que j'ai

Compté mes doigts

 

Où t'es, papa, où t'es?

 

Quoi qu'on y croit ou pas

Y aura bien un jour où on y croira plus

Un jour ou l'autre on sera tous papa

Et d'un jour à l'autre on aura disparu

Serons-nous détestables?

Serons-nous admirables?

Des géniteurs ou des génies?

Dites-nous qui donnent naissance aux irresponsables?

Ah dites-nous qui tient

Tout le monde sait comment on fait les bébés

Mais personne sait comment on fait des papas

Monsieur jesaistout en aurait hérité, c'est ça

Faut l'sucer son pouce ou quoi

Dites-nous où c'est caché, ça doit

Faire au moins mille fois qu'on a bouffé nos doigts

 

Où t'es, papa, où t'es?

 

Où est ton papa?

Dis-moi où est ton papa

Sans même devoir lui parler

Il sait ce qui ne va pas

Ah sacré papa

Dis-moi où es-tu caché?

Ça doit faire au moins mille fois que j'ai

Compté mes doigts

 

Où t'es, papa, où t'es?



quinta-feira, 27 de agosto de 2020

o que falha no ser humano


RTP PLAY















...ou quando tudo está fora do sítio.
o humor negro dá-me um frio no estômago.
nem consigo imaginar o que faz aos Nórdicos.
mas só em algumas coisas.
nas outras penso que nós, os do Sul, sentimos mais o embate.


um excelente filme.
grande banda sonora.


terça-feira, 28 de julho de 2020

...no olviden su fragilidad...

Mañana ya, la sangre no estara
Al caer la lluvia se la llevara
Acero y piel, combinacion tan cruel
Pero algo en nuestras mentes quedara.
Un acto asi terminara
Con una vida, y nada mas
Nada se logra con violencia
Ni se lograra.
Aquellos que han nacido
En un mundo asi
No olviden su fragilidad.
Lloras tu y lloro yo,
Y el cielo tambien.
Lloras tu y lloro yo, que fragilidad.


segunda-feira, 13 de julho de 2020

desafinações

a forma como se tratam os corpos femininos e masculinos no cinema é para lá de constrangedor.
vem esta afirmação a propósito do filme Tully, passado na RTP 1.
quando os atores se transformam para entrarem nas personagens, têm Óscares.
quando as atrizes se transformam para entrarem nas personagens são agraciadas por estes mostrengos.
é doloroso pensar que se continua a olhar,em pleno século XXI, as atrizes como sensacionais enquanto são sexys e embaraçosas, para essas mentes raquiticas, quando não o são.
claro que é incómodo ver alguém tão sem auto-estima, mas não é essa a realidade para tantas mulheres?
realmente mudam-se os tempos (as moscas) mas a merd...... é sempre a mesma! PQP

atomic blonde
Tully

o touro enraivecido








o touro enraivecido

segunda-feira, 6 de julho de 2020

a linda teia de aranha

o que o sistema capitalista fez connosco foi transformar os cidadãos em consumistas.
deu-nos também a sensação de que somos livres para fazer escolhas.
a sério?
só se for escolher entre o BMW e a viagem às Caraíbas.
o cidadão informar a sociedade que já não quer brincar mais aos consumistas é como comunicar com a Rodoviária Nacional a pedir reembolso de viagem não realizada.
que podemos fazer?
foi o deslumbramento e o marketing que nos chamou para a teia, qual mosca que fica presa e morre entrelaçada nessa renda linda e apetitosa.






sábado, 27 de junho de 2020

a fragilidade branca







visto e conversado com a prole que me diz que este é um problema da minha geração e das anteriores.
a dele não está nem aí.
será? assim sendo, que irão fazer eles para diminuir as desigualdades? serão uns brancos progressistas diferentes?

sexta-feira, 26 de junho de 2020

a gente sabe como termina quando começa desse jeito

(porque a música de intervenção não morre)

 
(repare-se atentamente no público que assiste...)



Existe muita coisa que não te disseram na escola
Cota não é esmola
Experimenta nascer preto na favela, pra você ver
O que rola com preto e pobre não aparece na TV
Opressão, humilhação, preconceito
A gente sabe como termina quando começa desse jeito
Desde pequena fazendo o corre pra ajudar os pais
Cuida de criança, limpa a casa, outras coisas mais
Deu meio-dia, toma banho, vai pra escola a pé
Não tem dinheiro pro busão
Sua mãe usou mais cedo pra correr comprar o pão
E já que ela ta cansada quer carona no busão
Mas como é preta e pobre, o motorista grita: Não!
E essa é só a primeira porta que se fecha
Não tem busão, já tá cansada, mas se apressa
Chega na escola, outro portão se fecha
Você demorou, não vai entrar na aula de história
Espera, senta aí, já já da uma hora
Espera mais um pouco e entra na segunda aula
E vê se não se atrasa de novo, a diretora fala
Chega na sala, agora o sono vai batendo
E ela não vai dormir, devagarinho vai aprendendo que
Se a passagem é três e oitenta, e você tem três na mão
Ela interrompe a professora e diz: Então não vai ter pão
E os amigos que riem dela todo dia
Riem mais e a humilham mais, o que você faria?
Ela cansou da humilhação e não quer mais escola
E no natal ela chorou, porque não ganhou uma bola
O tempo foi passando e ela foi crescendo
Agora lá na rua ela é a preta do sovaco fedorento
Que alisa o cabelo pra se sentir aceita
Mas não adianta nada, todo mundo a rejeita
Agora ela cresceu, quer muito estudar
Termina a escola, a apostila, ainda tem vestibular
E a boca seca, seca, nem um cuspe
Vai pagar a faculdade, porque preto e pobre não vai pra USP
Foi o que disse a professora que ensinava lá na escola
Que todos são iguais e que cota é esmola
Cansada de esmolas e sem o dim da faculdade
Ela ainda acorda cedo e limpa três apartamentos no centro da cidade
Experimenta nascer preto, pobre na comunidade
Cê vai ver como são diferentes as oportunidades
E nem venha me dizer que isso é vitimismo
Não bota a culpa em mim pra encobrir o seu racismo
E nem venha me dizer que isso é vitimi
Que isso é vitimi
Que isso é vitimismo
E nem venha me dizer que isso é vitimismo
Não bota a culpa em mim pra encobrir o seu racismo
E nem venha me dizer que isso é vitimi
Que isso é vitimi
Que isso é vitimismo
São nações escravizadas
E culturas assassinadas
A voz que ecoa no tambor
Chega junto, e venha cá
Você também pode lutar
E aprender a respeitar
Porque o povo preto veio para revolucionar
Não deixem calar a nossa voz não!
Não deixem calar a nossa voz não!
Não deixem calar a nossa voz não!
Re-vo-lu-ção
Não deixe calar a nossa voz não!
Não deixe calar a nossa voz não!
Não deixe calar a nossa voz não!
Re-vo-lu-ção
Nascem milhares dos nossos cada vez que um nosso cai
Nascem milhares dos nossos cada vez que um nosso cai
Nascem milhares (Marielle Franco, presente)
Dos nossos
Nascem milhares dos nossos cada vez que um nosso cai
E é peito aberto, espadachim do gueto, nigga samurai!
É peito aberto, espadachim do gueto, nigga
Peito aberto, espadachim do gueto, nigga
Peito aberto, espadachim do gueto, nigga
Peito aberto, espadachim do gueto, nigga samurai!
(Peito aberto, espadachim) É peito aberto, espadachim do gueto, nigga
(Peito aberto, espadachim) É peito aberto, espadachim do gueto, nigga
É peito aberto, espadachim do gueto, nigga
É peito aberto, espadachim do gueto, nigga samurai!
Vamo pro canto onde o relógio para
E no silêncio o coração dispara
Vamo reinar igual Zumbi e Dandara
Ô Dara, ô Dara
Vamo pro canto onde o relógio para
No silêncio o coração dispara
Ô Dara, ô Dara
Experimenta nascer preto, pobre na comunidade
Cê vai ver como são diferentes as oportunidades
E nem venha me dizer que isso é vitimismo hein
Não bota a culpa em mim pra encobrir o seu racismo
Existe muita coisa que não te disseram na escola
Eu disse, cota não é esmola
Cota não é esmola
Eu disse, cota não é esmola
Cota não é esmola
Cota não é esmola
Cota não é esmola
Eu disse, cota não é esmola
Cota não é esmola
Cota não é esmola
Cota não é esmola
São nações escravizadas
E culturas assassinadas
É a voz que ecoa do tambor
Chega junto, e venha cá
Você também pode lutar
E aprender a respeitar
Porque o povo preto veio re-vo-lu-cio-nar

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Dia 25* - Howard Beale

...corria o ano de 1976.
tinha eu 15 anos.
ainda hoje sinto embaraço quando vejo fotos ou filmes dessa década.
mesmo agora, que já mudei de opinião em relação a tantos assuntos (decisão que aplaudo), continuo a pensar que foram os 10 anos mais pirosos de que me lembro!
por causa deste preconceito, recuso muito o que se fez nessa época.
à dias (terão sido dias...?) decidi gravar, no canal RTP Memória, o filme Network, de Sidney Lumet.
não conheço todos filmes dele (mais de 50) mas há um que me marcou muito (que, por sinal, não pertence a essa década tão fatela).
Network é um grandessíssimo filme! mas quem o faz tão grande? Paddy Chayefsky.
cada diálogo ou monólogo é um manjar dos deuses.
o que faz de Sidney Lumet grande?
ter criado Howard Beale para dar voz a Paddy.



e porque a dialéctica é importante, criou Arthur Jensen



um senhor!

*Sugestão de utilização
.
.

terça-feira, 17 de março de 2020

Dia 2* - SST

...e ela vestindo o seu papel de TSST, alerta todos os dias para o arejamento das salas de trabalho:
"já arejou a sua sala hoje? O ar da manhã é o mais puro!"
...para todos os dias ouvir dizer:
"hoje ? é que está muito frio..."

...e é isto...............





segunda-feira, 16 de março de 2020

DIA 1* - os professores doutores

...e diz ela do alto da sua ignorância, mas com toda a confiança de vendedora da banha da cobra:
"Deve colocar em um difusor, o óleo de esteva que lhe limpa todos os vírus que andam dentro da sua loja"




sexta-feira, 13 de março de 2020

prova de amor

...e o jovem casal beijava-se à entrada do supermercado como se essa fosse a derradeira prova de amor...


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

dolby atmos...

...fantástico!
mas o que devia existir, meeeeeeessmo, era um sistema de som que eliminasse as malditas pipocas.

como é possível tornar tudo filme de pipoca?!?


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Gabriel Malagrida...

...ou um obscuro episódio da História de Portugal

A RTP Memória passou um dia destes o filme A Missão, que revi ontem, do qual não me lembrava de quase nada com a exceção da Banda Sonora fabulosa. Gostei de relembrar os atores grandes no seu auge:
Robert de Niro - 43 anos
Jeremy Irons - 38 anos
Liam Neeson - 34 anos

Trinta e quatro anos depois da sua realização, outras questões se colocam. Ao rever o filme senti algum incómodo, mesmo embaraço. Posicionou-me no contexto dos colonizadores europeus. Não fomos melhores que os Alemães, Franceses, Ingleses, Holandeses. Os nossos objetivos é que foram mais corriqueiros: os negócios foram sempre o fito dos colonizadores portugueses. As consequências foram sempre as mesmas.

Por mais que pesquise não consigo ter opinião sobre os Jesuítas.  Os indígenas sul americanos defenderam-nos porquê? Vou  tentar aprofundar esta questão... se alguém ler este escrito e me quiser dar pistas (gato.aurelio@gmail.com)...agradeço do fundo do coração :-)


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Fareed Zakaria

...é o jornalista de serviço no programa de informação GPS.

No episódio de 08-02-2020, entrevista o genro de Trump.

No episódio de 16-02-2020, entrevista Bill Maher.

Ed Balls em viagem pela união europeia (Panorama BBC na Sic Noticias)




...neste fim de semana juntaram-se-me alguns programas que pareciam peças de puzzle a encaixarem-se.

sábado, 11 de janeiro de 2020

o que os olhos (não) querem ver

Janela Indiscreta é um programa que gosto de seguir. O ultimo que vi fez referencia ao filme A Lista de Schindler e a uma das razões pela qual Steven Spielberg optou pelo preto e branco: tornar mais suportáveis as cenas que a cores seriam ainda mais odiosas.


Nunca assisti a uma tourada ao vivo. No tempo em que a televisão era a preto e branco, eu via a tourada como um espetáculo brilhante...



...quando a televisão ficou colorida, não aguentei...


...é pelos olhos que tudo chega cá dentro.


segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

jornais de não-referência

Graças ao Blog, consegue-se perceber o que se passou em Bragança. A noticia com pés e cabeça é da responsabilidade do grupo Les médias de Saint-Paul Luxembourg, que possui a página Contacto.
Podem comparar com os nossos jornais de não-referência:
público
expresso