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sexta-feira, 1 de abril de 2022

reggae







mais uma fantástica surpresa da RTP 2.

com pena, já não se conseguem ver os episódios.

para quem pode, vê-se na HBO.

small axe ou Antologia do Pequeno Machado.

realizador de uma sensibilidade rara.

diretor de fotografia atento. focado


banda sonora da Série retirada daqui

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

...dos doces anos de 1980

 apesar de terem sido os anos em que vivi a juventude (19-26 anos) e de me ter sido possível viver muito mais livre do que a geração da minha mãe, reconheço que ainda foi uma dureza na paisagem que existia fora de Lisboa.

lembro-me, por exemplo, de estar a estudar em um café dessa paisagem, com o meu namorado e assim que demos uma beijoca inocente, fomos postos na rua pelo patrão que dizia que não admitia poucas vergonhas no seu estabelecimento comercial.

nesta excelente série, é toda esta paisagem, que é mostrada( acho que nem da missa, a metade...)

nunca achei graça nenhuma à dita girl's band, mas que foram umas heroínas, lá isso foram.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

...and when you lie, think of me


"The answer in Burn Up, as we hear it from the lips of the Pearlman figure, is that the rich elite that created by the oil age secretly know it is all true, but they are worried by the rise of the global population. They are waging a willful campaign to thin it: a game of last man standing."
_______________________________________________

série de 2008, com argumento de Simon Beaufoy, o mesmo de Slumdog Millionaire.
os meandros das negociações politicas fascinam-me.
esta gente é filha de quem e pais de quem?
que monstros criou o capitalismo?


Dites-moi d'où il vient

Enfin je saurais où je vais

Maman dit que lorsqu'on cherche bien

On finit toujours par trouver

Elle dit qu'il n'est jamais très loin

Qu'il part très souvent travailler

Maman dit "travailler c'est bien"

Bien mieux qu'être mal accompagné, pas vrai?

 

Où est ton papa?

Dis-moi où est ton papa

Sans même devoir lui parler

Il sait ce qui ne va pas

Ah sacré papa

Dis-moi où es-tu caché?

Ça doit faire au moins mille fois que j'ai

Compté mes doigts

 

Où t'es, papa, où t'es?

 

Quoi qu'on y croit ou pas

Y aura bien un jour où on y croira plus

Un jour ou l'autre on sera tous papa

Et d'un jour à l'autre on aura disparu

Serons-nous détestables?

Serons-nous admirables?

Des géniteurs ou des génies?

Dites-nous qui donnent naissance aux irresponsables?

Ah dites-nous qui tient

Tout le monde sait comment on fait les bébés

Mais personne sait comment on fait des papas

Monsieur jesaistout en aurait hérité, c'est ça

Faut l'sucer son pouce ou quoi

Dites-nous où c'est caché, ça doit

Faire au moins mille fois qu'on a bouffé nos doigts

 

Où t'es, papa, où t'es?

 

Où est ton papa?

Dis-moi où est ton papa

Sans même devoir lui parler

Il sait ce qui ne va pas

Ah sacré papa

Dis-moi où es-tu caché?

Ça doit faire au moins mille fois que j'ai

Compté mes doigts

 

Où t'es, papa, où t'es?



domingo, 13 de dezembro de 2020

"especially for women"

                     daqui                                                                                         daqui


já percebi que a série tem 4 temporadas mas a que está a passar agora, com grandes atores, é a primeira e remonta a 2013

percebi também que nada se sabia sobre o tema, cientificamente falando, tendo estes dois desbravado terreno minado a partir de 1957.

gosto muito de ver estas séries que mostram como o mundo evoluiu em pouco mais de 50 anos, não só neste campo mas também perceber que o nós somos em 2020, teve um loooooongo e perigoso caminho para andar.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

tabus

o sentido dado à expressão de gold digger é, para variar, associado às mulheres malvadas capazes de tudo.
a série que passou no Canal 2 baralha a semântica, os sentidos, os preconceitos do que podem ser os "garimpeiros" do século XXI.

Julia Ormond mantém-se incrível. 
para as mulheres com mais de 50 anos aconselho vivamente a ver esta série.

Lendas de Paixão


A minha semana com Marilyn


O Estranho caso de Benjamin Button


O Oportunista

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

os lados das coisas

a qualidade desta série é..... fantástica! Tecnicamente inovadora, tem um editor de imagem fenomenal. As cenas dos episódios anteriores são apresentadas no capitulo seguinte com as câmaras de filmar em posições completamente diferentes das cenas passadas nos episódios anteriores. É outro filme.
O produtor de design entra no clima de alucinação permanente, refletindo nas cores usadas (o que eu chamo cores benetton) todo o ambiente de loucura (com e sem drogas).

o actor  que fez as minhas delicias na série Sherlock Holmes reconhece,na entrega dos prémios BAFTA,que precisou muito da estabilidade da família quando saía das filmagens para manter a sanidade mental.
Sapos se engolem em nome da arte (porque a história é terrível).


os livros,que devem ser fabulosos, estão esgotados.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Estado da felicidade

...anos 60 do século passado... Era assim  a felicidade no mundo ocidental... (?)


Banda sonora com grandes memórias dessa década e como se iniciou a intoxicação de música anglo-saxónica e se perdeu a música do continente europeu...

Tudo parece longínquo...

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Les Misérables


a BBC no seu melhor e que ainda pode ser vista    aqui

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Isto somos nós (humanos)?

Eu não sei se isto somos nós... Mas bem que poderíamos ser... 
Acho a série muito bem realizada e montada mas o que mais me prende é a identificação das fragilidades enquanto pessoas, pais, mães, filhos, filhas, irmãos, irmãs, maridos, mulheres, namoradas, namorados...
Por vezes é duro ver espelhadas, nos erros do rumo da vidas das personagens, as minhas próprias falhas enquanto mulher, amiga, mãe, esposa, filha, ex-esposa...
Mas tentei sempre fazer o melhor que sabia... mas a vida não vem com livro de instruções... E à distancia e com distanciamento concluir que cometemos erros... Porra que dói!!





Mas acompanhar as personagens permite também sossegar-me e apaziguar-me com a vida. Perceber que estou sempre a tempo de corrigir a rota. Saber que tenho que deixar situações e pessoas para trás, porque sim. Porque a vida é demasiado curta, as mágoas só eu as vivo e que já não se consegue espremer mais desses episódios. Permite confirmar que todos os meus actos têm consequências na minha vida presente e futura. Que os acasos não são só isso. Responsabiliza-me pela minha vida e ver que vidas cor-de-rosa-perfeitas nem nos filmes!